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Férias outra vez

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  Depois de 15 dias de sol e caminhadas veio uma semana de casa em pantanas. Ele foi cortinados para lavar, móveis por todo o lado, cheiro a tinta do tecto, cheiro a tinta das paredes, um pintor a destilar chá e água a uma velocidade admirável, e a pintar e repintar (e repintar) até ficar tudo perfeito. Não pintou uma casa, pintou umas três, tantas foram as demãos. Finalmente, ao fim de 10 dias, temos a casa em ordem e posso dizer que me voltei a sentir de férias.Última semaninha para aproveitar. Ah, e estou orgulhosa deste meu artista do pincel, do rolo e da trincha! Às vezes penso que não há nada que não consiga fazer.
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(imagem da net)   Depois de decidir parar com o pão fui às compras. E sim, nada de pão. Pelo menos enquanto a broa de avintes durar!(e as azeitonas que não são galegas, como as da foto, mas também se comem com agrado)
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  Quando eu era pequenina (melhor, quando era nova, que pequenina ainda sou) aprendia muito com a televisão. Por um lado porque só havia um canal, logo tinha que ver o que desse, dos desenhos animados ( a Heidi, o Marco), à telenovela (a Gabriela reunia toda a família na sala mas não me lembro grande coisa dela- exceto de um personagem que penteava o bigode com um pente que trazia no bolso), ou ao festival da canção. Mas sobretudo via aqueles programas ligados à biologia, à medicina, à etnografia. Os locutores eram pessoas com boa dicção, com presença, apresentar um programa não era fazer palhaçadas ou dizer baboseiras, exigia cultura e preparação . Quando a inteligência e a beleza não andavam a par, privilegiava-se a primeira como critério de escolha. Hoje em dia as pessoas podem escolher o que querem ver, graças aos canais temáticos. Mas quem se limitar aos 4 canais generalistas, vê-se um bocado aflito. Excluindo o 2, que apesar dos desfalques que tem vindo a...
Quando eu era pequenina (melhor, quando era nova, que pequenina ainda sou) aprendia muito com a televisão. Por um lado porque só havia um canal, logo tinha que ver o que desse, dos desenhos animados ( a Heidi, o Marco), à telenovela ( a Gabriela reunia toda a família na sala mas não me lembro grande coisa dela- exceto de um personagem que penteava o bigode com um pente que trazia no bolso), ou ao festival da canção. Mas sobretudo via aqueles programas ligados à biologia, à medicina, à etnografia. Os locutores eram pessoas com boa dicção, com presença, apresentar um programa não era fazer palhaçadas ou dizer baboseiras, exigia cultura e preparação . Quando a inteligência e a beleza não andavam a par, privilegiava-se a primeira como critério de escolha. Hoje em dia as pessoas podem escolher o que querem ver, graças aos canais temáticos. Mas quem se limitar aos 4 canais generalistas, vê-se um bocado aflito. Excluindo o 2, que apesar dos desfalques que tem vindo a sofrer, ...

Proposta indecente

E não é que hoje um homem pára o carro no meio da rua e vem ter connosco para fazer uma proposta indecente ao Dizzy?! Uma história esquisita e mal contada de quem nem sequer sabia muito bem como se passavam as coisas mas achou que aqui o Dizzy era bom para a procriação. Pois que foi pelo mesmo caminho, e nós viemos a pensar que até parecia coisa para os apanhados! Credo, era o que faltava. Anda tudo maluco, é o que é.

Ai o português...

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Instruções de utilização do meu frigorífico. Em português, mas não muito. A partir de agora vou passar a consumar os alimentos. E nada de o limpar com água de javel. E o mais que encontrarão. De eu sabia tinha pedido um desconto pela agressão verbal sob a forma escrita à língua mãe:
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(imagem da net) Em abono da verdade e para ser coerente já devia ter virado vegetariana. Mas não, eu como carne. Não como nenhum animal que tenha conhecido, não como coelho porque ouvi muitas vezes coelhos a chiarem lá em casa, não como galinha caseira ( a rigidez da carne leva-me a pensar no bicho), não como nada que leve sangue, leitão só se estiver quente e eu estiver mesmo com muita fome e não vir a cabeça do dito ( e já agora se for em certos restaurantes da Mealhada), cabrito depende do tempero e do forno... Bem, dá para ver que sou um bocadinho esquisita. Noutro dia uma amiga facebookiana postou uma foto de um início de almoço com pão tipo da avó, azeitonas e uma espécie de chouriço cozinhado dentro de massa folhada. Imagem apetecível. Logo de seguida o anúncio de uma festa que englobava a matança do porco. Vontade natural de protestar, que horror, que coisa mais primitiva. Sonoramente primitiva. ( lembrei-me agora do David Bowie e da música "This is n...