As conjunturas de crise (o desemprego, a pobreza) sempre foram amigos da xenofobia e racismo, habilmente mobilizáveis pelas ideologias ultranacionalistas. Preocupa-me constatar que as variáveis começam a conjugar-se e os primeiros sinais de perigo se vislumbram perante a impassividade de quem os vê como longínquos, ou como actos isolados de um psicopata. Acreditemos pois que serão atos sem ecos. Mas desconfiando...

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