"Atirei
o pau ao gato mas o gato não morreu"; "Sebastião é um homem barrigudo,
chega a casa e dá pancada na mulher"; " a criada lá de cima que é feita
de papelão quando vai fazer a cama diz assim para o patrão, 7 e 7 são 14
com mais 7, 21 tenho 7 namorados e não gosto de nenhum"... QUE RAIO DE
CANÇÕES INFANTIS ERAM ESTAS?!?
Entre o dizer e o fazer
Sempre gostei de escrever. A par do sono e do sonho, é o melhor meio que encontro para organizar as ideias e, mais do que isso, para me conhecer melhor. O que começou por ser terapia, acabou por se tornar numa necessidade primária, numa forma de me sentir realizada, de manifestar inconformismos ou de encontrar a paz. Contudo, questiono-me se o meu mal não será esse mesmo. Gostar tanto da palavra que acabe por me ficar por ela. Menos palavras, mais ação. Escrevem. Escrevem.Escrevem. Escrevo. E sei que faço alguma coisa, que a consciência devia estar tranquila para aquele que dá o melhor de si, dadas as suas circunstâncias. Mas olho à volta e há sempre tanto por fazer.
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