Banco da varanda, sol, calções (que apesar do meu estado inflacionado
ainda servem!!!!), pernas a ganhar cor (potenciada por restos de
autobronzeador do ano passado), cerejas muito razoáveis... Para ser
perfeito tinha que eliminar os livros de fichas e de preparação de
exames que me fazem companhia mas há que procurar inspiração para os
últimos testes do período. Falta o mar, mas não se pode querer tudo, não
é?
Entre o dizer e o fazer
Sempre gostei de escrever. A par do sono e do sonho, é o melhor meio que encontro para organizar as ideias e, mais do que isso, para me conhecer melhor. O que começou por ser terapia, acabou por se tornar numa necessidade primária, numa forma de me sentir realizada, de manifestar inconformismos ou de encontrar a paz. Contudo, questiono-me se o meu mal não será esse mesmo. Gostar tanto da palavra que acabe por me ficar por ela. Menos palavras, mais ação. Escrevem. Escrevem.Escrevem. Escrevo. E sei que faço alguma coisa, que a consciência devia estar tranquila para aquele que dá o melhor de si, dadas as suas circunstâncias. Mas olho à volta e há sempre tanto por fazer.
Comentários
Enviar um comentário
Também divagaram: